Uma coleção que ensina crianças a lidar com emoções e adultos a educar com ciência e presença.
A coleção Tuniquinho Astronauta acompanha a rotina real de uma criança — do despertar ao sono, do erro à reparação, do medo à confiança.
Cada história transforma situações comuns do dia a dia em oportunidades de aprendizado emocional, com respeito ao tempo, às emoções e ao desenvolvimento cognitivo infantil.
Não são histórias isoladas.
São capítulos de crescimento.
Cada livro é construído a partir das ciências comportamentais e da neurociência do aprendizado infantil. As histórias respeitam como o cérebro aprende: pela emoção, pela experiência, pela repetição e pela relação segura com o adulto.
A coleção desenvolve, livro após livro:
A coleção desenvolve, livro após livro:
Autorregulação emocional
Empatia
Autonomia
Responsabilidade
Pertencimento
Fé como espaço de acolhimento
Autorregulação emocional
Empatia
Autonomia
Responsabilidade
Pertencimento
Fé como espaço de acolhimento
Não por explicação.
Por vivência narrativa.
As ilustrações de Tuniquinho Astronauta não estão ali para enfeitar a história.
Elas fazem parte do processo de aprendizagem.
Cada imagem foi pensada para conversar com o cérebro infantil: guiando a atenção, organizando o olhar e traduzindo emoções de forma clara e acessível.
Expressões faciais, cores, objetos e espaços não surgem por acaso — ajudam a criança a compreender causa e consequência, ação e reação, começo, meio e fim.
Esse cuidado visual permite que a criança entenda o que acontece antes mesmo de saber explicar com palavras.
O aprendizado acontece no ritmo dela, sem excesso de estímulos, sem sobrecarga cognitiva, sem pressa.
As ilustrações foram criadas por Thaís Finger, ilustradora especializada em livros infantis e em linguagem visual para a infância.
Seu trabalho respeita a especificidade desse universo: imagens que ensinam sem didatismo, que acolhem sem confundir e que estimulam sem dispersar.
Cada detalhe carrega intenção.
Cada silêncio visual também ensina.
As rimas de Tuniquinho Astronauta não são apenas poéticas — são estratégicas.
O ritmo cria previsibilidade, e a previsibilidade gera segurança emocional. Quando a criança reconhece o padrão sonoro, o cérebro antecipa, organiza e se envolve. Isso facilita a compreensão da história, fortalece a memória e amplia o vínculo com a leitura.
A musicalidade também ajuda a regular emoções: acalma, envolve e mantém a atenção ativa. A criança não apenas escuta — ela participa, acompanha, sente.
Por isso, o texto é rimado.
Não para acelerar a leitura, mas para dar ritmo ao aprendizado.
É poesia com função cognitiva.
É encantamento que constrói.
Cada história parte de uma situação simples da rotina, atravessa um pequeno conflito emocional e termina com uma solução construída junto.
O primeiro livro apresenta:




Os próximos livros acompanharão novos desafios do crescimento infantil — sempre com o mesmo cuidado científico e afetivo.
O primeiro livro de uma coleção criada para ensinar seu filho a lidar com o erro, com as emoções e com a vida real.
Neste primeiro volume, a história começa onde quase todas as manhãs começam: no despertar, na pressa, na curiosidade — e no imprevisto.
Um copo cai. O susto vem. O medo aparece.
E, em vez de bronca, surge algo mais poderoso: referência, acolhimento e cooperação.
Aqui, a criança aprende que errar não é fracassar.
É aprender.
Que sentimentos passam.
E que problemas não precisam ser enfrentados sozinhos.
Mais do que uma história encantadora, este livro inaugura a jornada emocional do Tuniquinho — e convida a criança que lê a construir, desde cedo, segurança emocional, autonomia e confiança.
Não é um livro para ocupar a criança por alguns minutos.
É um livro para formar repertório emocional para a vida inteira.
A coleção Tuniquinho Astronauta é uma travessia de longo prazo — e toda travessia, para que a criança a reconheça como sua, precisa de registros concretos.
Na neurociência do desenvolvimento infantil, a criança aprende sobre si mesma quando pode olhar para fora e enxergar uma representação do que viveu. O passaporte cumpre esse papel: transforma um percurso emocional invisível em uma trajetória palpável, que a criança pode tocar, mostrar e celebrar.
Cada livro lido completa uma missão. Cada missão destrava um selo. Cada selo colado no passaporte é a criança dizendo:
“eu cheguei até aqui.”
O passaporte físico traz os mesmos elementos simbólicos de um passaporte de verdade, traduzidos para o universo emocional da criança:
Junto ao primeiro livro chega a Cartela de Adesivos da Missão Lua, a primeira da coleção.
O Selo da Missão 01 vai colado diretamente no passaporte e marca a primeira missão completada. Os adesivos extras — com personagens, planetas, estrelas e elementos do universo Tuniquinho — viram da criança: caderno, geladeira, agenda, parede do quarto.
Eles permitem que o universo do Tuniquinho saia do livro e entre na rotina. A criança vê o personagem no caderno da escola, lembra da história, lembra da emoção que aprendeu a nomear.
A repetição visual fortalece a memória afetiva — e a memória afetiva é o que sustenta o aprendizado emocional ao longo do tempo.
A leitura em voz alta é uma das formas mais poderosas de aprendizado na infância.
Quando a criança ainda não sabe ler, ouvir uma história narrada por um adulto ativa, ao mesmo tempo, áreas do cérebro ligadas à linguagem, à emoção e à memória.
A entonação da voz, o ritmo da rima e a presença de quem lê ajudam a organizar sentimentos, ampliar vocabulário e criar segurança emocional.
É nesse momento compartilhado que a criança aprende, sem perceber, a lidar com frustrações, a reconhecer emoções e a confiar no mundo ao seu redor.
À medida que cresce e passa a ler sozinha, a criança também pode conduzir a própria experiência com os livros do Tuniquinho.
A leitura autônoma fortalece imaginação, interpretação e senso de competência — e permite que ela revisite as histórias no seu próprio ritmo.
Para quem entende que educar vai além de orientar comportamentos — é construir repertório emocional.
A coleção oferece referências baseadas nas ciências comportamentais e na neurociência para que adultos possam educar com mais consciência, presença e intenção, tanto durante a leitura quanto nos pequenos acontecimentos do dia.
Ao final de cada livro, há uma breve seção dedicada aos adultos, com explicações práticas e acessíveis sobre os comportamentos, emoções e decisões apresentados na história.
Não são lições prontas, mas chaves de leitura que ajudam a transformar situações cotidianas — como o erro, a frustração ou a pausa — em oportunidades reais de aprendizado.
Bianca Bez é autora, pesquisadora e mãe de duas crianças.
E foi exatamentezinha dessa interseção — entre ciência, vida real e infância — que nasceu Tuniquinho Astronauta.
Com formação acadêmica sólida e pesquisa aprofundada em ciências comportamentais e tomada de decisão, Bianca estuda há anos como pessoas aprendem, erram, lidam com emoções e constroem escolhas ao longo da vida. Ao se tornar mãe, percebeu algo essencial: tudo aquilo que estudava para adultos começa muito antes — começa na infância, nos pequenos acontecimentos do cotidiano.
Tuniquinho Astronauta nasce desse encontro entre teoria e prática.
Entre o que a ciência mostra e o que a rotina de uma criança exige.
Entre o desejo de educar com intenção e a necessidade de educar com afeto.
A coleção foi criada para traduzir conceitos complexos — como autorregulação emocional, empatia, responsabilidade e pertencimento — em histórias simples, rimadas e acessíveis, que respeitam o tempo da criança e o papel do adulto como referência emocional.
Mais do que escrever histórias, Bianca construiu um projeto editorial e educacional de longo prazo, pensado para acompanhar o desenvolvimento emocional das crianças e apoiar adultos que desejam educar com mais consciência, presença e ciência.
Porque formar adultos emocionalmente saudáveis começa muito antes da vida adulta.
Começa nas histórias que contamos — e em como as contamos.
Cada livro passa.
O que eles constroem fica.
Comece pelo primeiro livro.
Acompanhe cada nova missão.
Cresça junto.
Um teaser emocional:
© Todos os direitos reservados, Bianca Bez